segunda-feira, 21 de maio de 2012

Linha de Tintas Lukas

No Brasil, algumas tintas estrangeiras acabaram por se tornar mais conhecidas do que outras. Isso se deve ao simples fato de haver maior disponiblidade dessas marcas populares do que as menos conhecidas, mas essa vasta disponibilidade nem sempre está ligada a qualidade. Muitas vezes o lojista ou o importador escolhe representar uma marca de forma mais agressiva do que outras pois consegue um melhor preço em determinada linha. Nos últimos anos, mesmo com a chegada de marcas inéditas nas importadoras, os brasileiros continuam com as marcas de sempre na ponta da língua: Winsor & Newton, Talens, Le Franc, etc. O artista, nem sempre curioso o suficiente para testar novas marcas ou procurá-las nas prateleiras acaba desconhecendo outras opções que estão por aí e que podem abrir nosso leque expressivo.

A Cozinha
 da Pintura apresentou aos leitores um artigo que apresenta a linha de tintas (óleo) da Schmincke, por ser justamente um desses casos: uma marca pouco conhecida, com muito a oferecer. Pretendemos fazer o mesmo com todas as marcas que mereçam ser conhecidas pelo público brasileiro. Nesse artigo seguiremos fazendo o mesmo: os leitores serão apresentados a mais uma dessas marcas, a Lukas, uma das mais antigas e respeitadas marcas européias.


Alguns materiais da Lukas testados pela Cozinha


A Lukas foi fundada em Düsseldorf pelo Dr. Franz Schoenfeld, em 1862, e é uma das poucas marcas ainda administrada pela família que a criou. Em 1885, Vincent Van Gogh escreveu a seu irmão Theo, contando-o que havia adquirido tintas do Dr. Schoenfeld, fato ainda promovido com muito orgulho pela empresa. Contando com uma linha de produtos que abrange praticamente todos os meios artísticos como óleo, aquarela, têmpera, gouache, acrílica, gravura e outros, a Lukas possui representante no Brasil desde 1995, e conta com um impressionante número de clientes fiéis. A Cozinha da Pintura limita-se a analisar sua linha de tinta a óleo e auxiliares, assunto de maior interesse de nossos leitores, portanto deixaremos de lado algumas linhas, como a de óleo miscível em água, focando nos materiais de pintura óleo mais tradicionais.



Antes que entremos em detalhes sobre cada uma de suas linhas, é primordial que o artista saiba que todas as tintas a óleo Lukas levam como veículo um blend de óleo de linhaça e óleo de girassol, em diferentes proporções, dependendo exclusivamente do pigmento usado. O uso de um blend, ao invés de um único óleo, tem sido comumente empregado em várias outras marcas (Schmincke, W&N, Talens, Le Franc, etc), constituindo um padrão em voga entre os fabricantes europeus. É fato que certa parcela dos artistas possuem preferência por tintas que levam um único óleo (geralmente linhaça) como veículo, mas o blend tem conquistado muitos adeptos, oferecendo ao produto caracterícticas que podem ser desejáveis dependendo da preferência do artista: unificação do tempo de secagem entre diferentes cores e diminuição do amarelamento.

Linha Lukas de Tinta a Óleo
Linha Studio
A linha Studio é a linha semi-profissional da Lukas. A pastosidade é levemente mais líquida e móvel do que a dos concorrentes, como por exemplo, a Winton ou a Van Gogh, podendo agradar artistas que preferem cores que corram mais livremente e de forma rápida. Embora isso aconteça de modo geral, há variações de pigmento para pigmento.

Possui várias cores não mon
o-pigmentárias em seu catálogo, as vezes contendo misturas de três ou quatro pigmentos. A linha profissional da Lukas (chamada 1862), costuma conter menor número de pigmentos em suas misturas também disponíveis na Linha Studio. Por exemplo, a cor Cassel Earth da Linha Studio é uma concatenação de quatro pigmentos, enquanto o Cassel Earth da Linha 1862 possui somente três. Como uma tinta semi-profissional, a linha Studio teve bom desempenho em nossos testes, nos quesitos mobilidade, corpo (consistência), cobertura, carga pigmentária e secagem. Algumas cores poderiam conter menor número de pigmentos em sua formulação, mas a idéia de uma linha semi-profissional é essa: uma tinta de bom desempenho com custo menor. Algumas cores sofreram um pouco de escorrimento de óleo somente quando abertas e não durante as inúmeras vezes que foram abertas para uso.

As seguintes cores da Linha Stud
io foram usadas em nossos testes: Cassel Earth (301), Burnt Umber (311), Cinnabar Red Deep (286), Ultramarine Light (335) e Cadmium Yellow Light (X).

Linha 1862 
A top de linha das tintas a óleo Lukas é a 1862. O nome da linha é uma referência ao ano de fundação da empresa. Com alta carga pigmentária, essa linha não fica atrás de nenhuma tinta profissional de boa qualidade e está dentro dos padrões de excelência de outras tintas profissionais estrangeiras. A consistência da maioria das cores (com algumas exceções) é diferente do que os reologistas denominam como amanteigada (buttery). Tendendo a ser um pouco mais líquida e com grande mobilidade, com algumas exceções como o English Red (0054) e o Raw Siena (0039). Comparada a Linha Studio, a 1862 tem menos mobilidade, provavelmente pela maior carga pigmentária, embora a característica possa ser controlada com inúmeras substâncias. No demais, a 1862 é muito parecida com os padrões de outras tintas do mesmo patamar, como a Rembrandt (Talens) e a Georgian (Daler-Rowney).

Para conseguir essa consistência, além dos
fillers costumeiros usados na indústria, a 1862 leva carga de cera de abelha em diferentes proporções. A adição de cera é um procedimento usado desde a idade média, uma receita encontrada em inúmeras fontes. Além de modificar o corpo da tinta, a cera colabora para que não haja separação em excesso entre óleo e pigmento. Embora outras marcas façam uso do silicato para cumprir essa função, o comportamento do mesmo diferente da cera, e sendo a Lukas uma das poucas a usar esse material natural, é uma opção que pode agradar. Isso torna a 1862 levemente diferente do que as outras tintas de seu patamar quanto a característica de manuseio, mas não drasticamente. Mais uma vez, é uma característica a qual cabe ao artista avaliar e julgar satisfatória ou não a sua abordagem pictórica.

Linha Lukas 1862
Assim como seus concorrentes, a Lukas emprega alguns pigmentos sintéticos em suas terras, o que pode não agradar pintores que preferem terras naturais em suas cores mais tradicionais. No entanto é necessário lembrar que esses pigmentos sintéticos são tão permanentes quanto os óxidos de ferro naturais, resultando somente numa diferença mais expressiva nas características de consistência e cor. De fato, há quem prefira os sintéticos por não apresentarem a consistência arenosa das terras naturais.

Em seu catálogo de 70 cores há algumas tintas com fórmula não mono-pigmentária, embora em menor quantidade do que a linha Studio, que poderiam ser substituídas por formulas que levam um único pigmento. Ainda assim, era de se esperar que a empresa tivesse o mesmo modus operandis de outros concorrentes, assim como a Daler-Rowney, W&N, Le Franc, Talens, Gamblin e muitos outros, permanecendo nos mesmos padrões de mercado. Poucas cores sofreram e
scorrimento de óleo somente quando abertas pela primeira vez e nunca após abertas novamente durante as inúmeras vezes que foram usadas.


Um dos testes feitos com a Linha 1862


A 1862 obteve excelente desempenho em nossos testes, no quesito mobilidade, corpo (consistência), secagem e principalmente na carga pigmentária. Destacamos também o quesito corpo (consistência), que oferece um comportamento ligeiramente diferente das concorrentes de mesmo patamar. Essa característica não pode ser julgada qualitativamente, pois nessa análise a preferência pessoal entra em jogo. No entanto, ter um leque de possibilidades é sempre algo muito bem vindo quando se trata sobre expressividade, e a 1862 oferece características diferentes de seus concorrentes.

Não há informações sobre o índice de cor dos pigmentos no catálogo da marca, mas felizmente se encontram nos rótulos. T
ubos disponíveis em versões de 37 e 200 ml. As seguintes cores da linha 1862 foram usadas em nossos testes: Raw Umber (0110), Vermillion Deep (0086), Raw Sienna (0039), Burnt Sienna (0109), Cassel Earth (0101), Caput Mortuum (0052), English Red (0054), Cadmium Yellow Light (0026) e Madder Lake Deep (0066). 

Linha Lukas de Auxiliares
Linha de Mediums
A Lukas emprega uma série de substâncias modernas em sua linha de mediums ao invés de produtos considerados "clássicos", nesse caso as resinas naturais. Isso pode dividir a opinião de artistas que possuem claras preferências sobre os mesmos. Apesar do tema ser alvo de longas discussões, é inquestionável o fato de que há fortes defensores de ambos os lados. Enquanto parte prefere as resinas naturais, há aqueles que apostam nas resinas sintéticas como promissores substitutos, baseados numa teórica melhor estabilidade e permanência dos materiais sintéticos quando comparados as resinas naturais. Aqueles acostumados a usar produtos sintéticos populares no mercado (como a linha Liquin da W&N e toda a linha de mediums da Gamblin) encontrarão na linha de mediums da Lukas mais uma alternativa inteiramente calcada em materiais sintéticos de excelente fatura e formulação. Como há uma intensa disputa entre marcas que só usam resinas naturais, mais uma opção com componentes sintéticos é sem sombra de dúvida uma vantagem ao consumidor. 


Alguns dos Auxiliares testados pela Cozinha

Com a objetividade pela qual algumas empresas alemãs são tão famosas, a Lukas usa números, e não nomes, para identificar cada um de seus mediums. Um dos exemplos, o "Medium 1" tem função de aumentar o alastramento e acelerar a secagem, sendo indicado para underpaintings (sottostrato, sottofonda). Uma concatenação de terebintina, resina alquídica, e agentes de expansão que secam o filme com acabamento fosco. Os testes da Cozinha indicaram que o produto possui a mesma sedosidade oferecida pelo Liquin (Original) da W&N, mas com corpo mais líquido.

Assim como outros mediums alquídicos
que secam rápido porém oferecem certa sedosidade, é necessário trabalhar rápido com o pincel conforme o medium começa a secar e a sensação sedosa é anulada, deixando a tinta grudenta. É desejável que se trabalhe com maior quantidade de tinta, ou no caso de pintores que trabalham indiretamente, com pouca tinta no pincel, usando um máximo de 10 a 20% do produto em sua porção de tinta para melhores resultados. A amostra testada secou completamente após 20 horas, e como de costume aos secantes sintéticos, tornou a pelicula opaca. É uma boa alternativa aqueles que preferem mediums sintéticos de secagem rápido, oferecendo sedosidade mas com corpo mais líquido do que os mediums "gelificados". Grande facilidade de alastramento.


Teste de Secagem dos Mediums 1 e 2


Como destaque especial, o "Medium 2", é um dos poucos produtos disponíveis no mercado que oferece a função de retardar a secagem. Chamo a atenção para o fato de que a maioria dos pintores deseja o inverso, a secagem rápida, e são raríssimos aqueles que desejam extender o tempo que a tinta permanece "aberta". É uma grande alternativa ao mercado, sendo uma das poucas disponíveis na europa a cumprir tal função. Composto por terebintina, resina acrílica, óleo de girassol e ciclohexanona. Esse último componente, um solvente derivado da resina quetônica, também é usado em alguns produtos da W&N, Old Holland, Gamblin e outras, ganhando espaço no mercado. O teste contendo o Medium 2 foi feita com uma fina camada de uma cor que seca rápido, o Sombra Queimada, com adição de 20% do Medium 2 da Lukas. Essa amostra foi checada algumas horas antes do término desse artigo e ainda estava levemente molhada, mesmo após quase 60 horas, mostrando que a função do medium é efetiva.

Os 
Mediums 1 e 2 se comportaram de maneira muito adequada cumprindo plenamente as funções prometidas pelo fabricante. Quanto ao fator de escurecimento e amarelamento (ou no caso das resinas sintéticas, acinzentado), assim como todos os materiais sintéticos de outras marcas, seria necessário um estudo de envelhecimento e conservação com alta tecnologia para realmente entender suas mudanças a longo prazo, embora a indústria tenha apostado fortemente na substituição das resinas naturais por essas sintéticas, supostamente mais confiáveis e estáveis.

Além desses mediums testados pela Cozinha, a Lukas disponibiliza um montante de 7 mediums prontos para uso, cada um com funções distintas, em convenientes frascos de vidro contendo 125 ml. 
Outros destaques que sugerimos aqueles que pretendem testar essa linha de mediums, são o "Medium 3", especial para velaturas, e o "Medium 5", chamado de "Painting Butter" (Manteiga para Pintura), um gel especial para impastos e pintura alla prima. Esses foram os únicos que ficaram de fora de nossos testes, portanto uma análise mais detalhada ficará para um futuro próximo.

Como dito anteriormente, todo
s são a base de algum tipo de resina sintética (alquídica com solvente ciclohexanona) substituindo as naturais.

Linha de Veículos e Óleos
Além dos mediums, a Lukas possui uma boa quantidade de veículos e óleos vegetais auxiliares, como óleo de linhaça prensado a frio, refinado, clarificado e inúmeras opções de solventes. Vale muito a pena conferir todas as opções oferecidas pela marca. A maioria das outras empresas européias não oferece um leque tão extenso quanto a Lukas. O óleo polimerizado (Stand Oil) Lukas é um pouco menos denso do que as versões da Winsor & Newton e da Maimeri, podendo agradar aos artistas que precisam de um óleo encorpado, que nivela bem as pinceladas mas com maior mobilidade. Uma ótima alternativa aos óleos polimerizados com corpo excessivamente denso, funcionando maravilhosamente bem em velaturas e para outros mediums que necessitem de adesão sem resistência em demasia.

Além dos inúmeros solventes e óleos de linhaça, a
linha de auxiliares Lukas conta com outros óleos vegetais, e é uma das poucas marcas européias a oferecer tantas opções diferentes. Os óleos de papoula e girassol, ambos clarificados, são boas opções aqueles que desejam um óleo vegetal mais claro do que a linhaça para compor mediums ou fazer tinta artesanal. O único óleo que a Lukas não oferece é o de nozes. O óleo de girassol clarificado Lukas tem praticamente a mesma cor do óleo de nozes, com a vantagem de ser mais barato, com elasticidade e flexibilidade muito similares. 




Esq. para dir.: Óleo de Nozes, Girassol e Papoula


O óleo de papoula é ainda mais claro, praticamente transparente, incrível para a fatura de tintas como os brancos e azuis claros. Preparamos o Branco de Chumbo usando um blend especial de 40% óleo de linhaça e 60% de óleo de papoula, resultando numa tinta espetacularmente clara, com praticamente nenhum índice de amarelamento, boa flexibilidade de película e comportamento de manuseio muito interessante. A pegada de uma tinta com maior concentração de óleo de papoula é diferente de quando usamos somente linhaça. A secagem também muda consideravelmente, levando um tempo maior para que a tinta seque. Pode ser uma grande saída aqueles que gostam da tinta aberta, sempre pronta a modificações, por maior tempo.

Portanto, como é po
ssível usar quaisquer um desses óleos em sua forma pura ou num blend, as diferentes combinações podem obter diferentes resultados de cor, elasticidade, secagem, amarelamento e características de manuseio. Para maior informações sobre a diferenças entre os óleos vegetais, leia nosso artigo anterior óleo de linhaça vs. óleo de nozes.


Branco de Chumbo Sennelier com blend de Linhaça e Papoula Lukas

Conclusão
Nossos testes demonstraram que a linha de tintas a óleo Lukas condiz com a categorização de uma linha profissional com bom desempenho, sobretudo a linha 1862, e em menor grau a linha Studio. 

A linha de mediums pode agradar aos pintores que preferem mediums prontos para uso, trazendo enorme praticidade, opção interessante aqueles que não possuem disposição ou tempo para faturar os mesmos no ateliê. Mas a característica mais interessante dessa linha é que corresponde a uma das melhores alternativas para aqueles que preferem mediums baseados em resinas sintéticas ao invés das naturais. É uma outra alternativa para todos aqueles que já usam a linha de mediums da Winsor & Newton (família Liquin e outros) ou da Gamblin, e gostam das resinas sintéticas (alquídicas).

A linha de auxiliares puros (óleos e solventes) dentre todos os produtos analisados pela Cozinha, tornou-se um dos favoritos dentro da família Lukas, oferecendo opções alternativas de óleos além da tradicional linhaça. Essa linha de veículos auxiliares é uma grande adição a linha de pigmentos Lukas, tornando ambas ferramentas essênciais e de grande excelência para fatura de tinta artesanal.


Para saber mais:
https://www.facebook.com/lukasdobrasil
http://www.lukasdobrasil.com.br/
http://lukasdobrasil.wordpress.com/ 

13 comentários:

  1. Parabéns a Cozinha da Pintura pelo novo artigo. Não há nada melhor em português na Web. O site é simplesmente um formador de opiniões. Só acho que os artigos deveriam ter maior frequência. Gostaria também dde ver artigos como esse da Lukas, sobre outras marcas, como a Winsor/Newton, Maimeri, Schminck e etc...

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  2. parabéns mais uma vez, marcio, pelo excelente post!
    tenho usado uma mistura de marcas de tintas, com o predomínio atual da rembrandt. com estas suas informações fico com mais uma possibilidade ao meu alcance!
    abraço!

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  3. Obrigado Paulo, agradeço a visita e seu comentário! Usar uma mistura de marcas é sinal de que o artista examinou diversas marcas e já tem preferências claras, sinal de exigência e bom senso. Grande abraço!

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  4. marcio, por falar em misturas de marcas, não sei se já chegou a reparar que certas cores de algumas marcas simplesmente não secam. por exemplo, o 95 (garrança) e 94 (stil de grain) da corfix e o verde vessi da lefranc. por mais que se espere, elas duram dias e dias na paleta. quando tiver tempo, poderia abordar o assunto em seus posts. sei que já fez isto de forma indireta falando da composição das tintas a óleo, mas não me lembro de algo mais específico a respeito. abraço!

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  5. Paulo, é uma questão deveras interessante. Por coincidência, nenhuma dessas cores que voce citou são habituais na minha paleta, pelo contrário, temo que nunca tenha usado mais de uma ou duas vezes. É uma grande sugestão, obrigado por trazê-la a tona em nosso espaço. Abraço!

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  6. Rodolfo Pasquale31 de maio de 2012 10:48

    Cozinha da Pintura, é impressionante o nível de conhecimento e qualidade do Blog. Como o colega disse no primeiro comentário acima, não há nada parecido em terra brasileira. Tenho o livro do Edson Motta (que inclusive voce recomenda em um artigo antigo daqui do blog), mas a Cozinha da Pintura é ainda mais sólido. Parabéns a voces e saudações! Pretendo experimentar a linha de mediums da Lukas, a qual eu não conhecia. Experimentei algumas tintas da série Studio.

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  7. Muito interessante! Também não conhecia a marca, mas hoje uso tintas Lukas para xilogravura com excelentes resultados!

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  8. Muito boa fonte de informações. Obrigada. Quanto às tintas Lukas, já experimentei as tintas para xilo/lineogravura à base d'água (linol) e o rolo, ambos muito bons. É uma pena que não tem tanta disponibilidade para compra, especialmente dos rolos. Fernanda

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  9. é uma tinta profissional muito boa, tenho algumas tintas da 1862 só tem um defeito comparando com outras marcas, mussini ,norma, rembrandt, a boca do tubo é muito grande não da pra por pouca tinta na paleta, mas para quem não se importa com isso ela é excelente.grande abraço pessoal....José Carlos.

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  10. Poderia ter uma matéria sobre esta marca da linha acrílica, conforme pesquisei é uma das marcas importadas mais baratas que temos aqui no Brasil. A corfix possui uma linha arts poderia ter uma matéria dela também.

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  11. Olá Miguel, o foco da pesquisa é tinta óleo e têmperas. Não pretendemos, pelo menos por enquanto, entrar na tinta acrílica. Mas, quem sabe no futuro? De qualquer forma, agradeço pelas sugestões! Grande abraço!

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  12. Olá Márcio. Devido a problema de alergia a solventes, tenho utilizado tinta acrílica da marca Golden Open. Ela me atende mas eu gostaria mesmo de voltar a pintar com tinta a óleo. As tintas miscíveis em água são uma opção, porém não sei qual escolher dentre as que estão à venda no Brasil. A Lukas tem uma linha. Você saberia dizer se é boa? Fica aí uma sugestão para um post futuro sobre óleos miscíveis em água. Obrigado e abraço. Parabéns pelo blog! Ricardo

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  13. Caro Ricardo,

    Recomendo que leia nosso artigo "pintando sem solvente". No link: http://www.cozinhadapintura.com/2011/06/pintando-sem-solvente.html

    Abraço!

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