domingo, 14 de agosto de 2011

Matiz, Valor e Chroma

A Cozinha da Pintura é uma pesquisa inesgotável. Tento entender tantos aspectos dentro desse tema que nem sempre me lembro de explicar conceitos mais básicos. Notei essa semana, graças ao e-mail de um leitor, que alguns fundamentos básicos poderiam ter sido explicados aqui, mas ignorei-os completamente. Imerso numa pesquisa que já se aprofundou consideravelmente, nem sempre lembro que grande parte dos leitores ainda estão nos primeiros passos. Minhas sinceras desculpas. Pretendo na medida do possível, escrever com mais frequência artigos para esses leitores. Sei que os mais experientes ficarão desapontados em ver temas tão básicos, mas todos passamos por um início, não?


Então, para começar, nesse post tentarei descomplicar um assunto que geralmente é apresentado de forma muito complicada, sugerindo um exercício prático muito simples e bem divertido. Serão suficientes algumas cores de tinta (branco, amarelo, vermelho, sombra queimada e talvez preto), um pincel e uma paleta ou cartolina. Trata-se de um exercício que embora seja praticamente automático ao pintor experiente, pode ser uma prática complicada ao iníciante.

Dentro da pintura, seja ela óleo, têmpera, acrílica, alquídica, encáustica, gouache, aquarela ou qualquer outra, a experiência de mistura de cores pode se tornar um fardo sem o conhecimento da teoria de cor. Quando nos deparamos com uma cor qualquer, esteja ela nas nuvens do céu, num rosto, objeto ou num tubo de tinta, o pintor deve observar três características fundamentais para julgar como fará sua mistura de tinta: O Matiz, o Valor e o Chroma.

1. Matiz: A qual "família" de cores pertence as cores do exemplo abaixo? A cor da esquerda é obviamente da Matiz do Vermelho. Mas e a cor da direita?


Exemplo 1: Matiz


É aqui que o pintor deve acessar seus conhecimentos do círculo cromático e lembrar-se das cores primárias, secundárias e terciárias. Esse é provavelmente o único conhecimento que julgo indispensável para quem está começando a pintar. Munido de um círculo cromático, estude e decore quais são as primárias, secundárias e terciarias e como funcionam suas misturas.

Volte
mos a nossa amostra de cor do lado direito do "exemplo 1". Existem inúmeras maneiras de chegar a essa cor usando seus tubos de tinta. É importante lembrar que não há certo e errado, mas caminhos diferentes. Alguns mais práticos e outros mais tortuosos, mas todos eles levam a essa cor, de um modo ou de outro.

 Por hora, esqueça seus tubos de tinta e con
centre-se somente na cor do exemplo e no círculo cromático. Nosso primeiro passo é identificar a qual família de cores nossa amostra pertence, sua Matiz, assim como fizemos com a primeira cor, identificada como Vermelho. Aposto como muitos pensaram nos nomes "bege", "cor de pele" ou "ocre". Mas esses nomes não se aplicam aqui. Pense em cores mais "puras", e não em nomes "fantasia", assim como as cores primárias e secundárias. Consulte o círculo cromático.

Se optar pelo Amarelo, fez uma escolha razoável. Há forte tendência para o Amarelo, mas note que esse Amarelo não é totalmente puro, pois há também um pouco de Vermelho, um amarelo levemente alaranjado. Portanto, escolhi um tubo de tinta amarela, mais um tubo de vermelho, para fazer um amarelo alaranjado, uma mistura que penso ser dessa família de 
Matiz. 


Amarelo e Vermelho para a Mistura

Amarelo Alaranjado




Minha primeira tentativa de mistura surtiu um amarelo por demais alaranjado. Coloquei mais Vermelho do que deveria. Se algo similar aconteceu com voce, não há problema. Continue o exercício. Se voce possuir um tubo na cor Laranja, pode usá-la, mas provavelmente precisará colocar mais amarelo. Mas a cor do "exemplo 1" não é qualquer Amarelo alaranjado. Se voce der uma boa olhada nos tubos de tinta Laranja em sua caixa de pintura, ou na mistura Amarelo Alaranjado que fez, notará que nenhuma delas chegará perto da cor de nosso exemplo. Falta mais alguma coisa. Pensaremos então, em outra característica da cor:

2.
 Valor: Trata-se da Luminosidade ou Brilho de uma cor. Valor faz referência ao quão escuro ou claro é a cor. Imagine uma escala de tons de cinza ou uma escala de um mesmo verde com diferentes luminosidades. O cinza mais escuro é um Valor baixo e o cinza mais claro, um Valor alto.




Exemplo 2: Valor



Veja novamente nosso exemplo. A cor "ocre" que tentamos fazer, como voce julgaria seu Valor? É uma cor escura ou clara? Certamente não é uma cor escura. Portanto, é uma cor de Valor alto, uma cor clara. Olhe agora sua mistura de amarelo alaranjado. Ela não somente é mais viva, como de certa forma, mais escura do que a cor de nossa exemplo. Se precisamos clareá-la, é necessário então, misturar branco ao nosso Amarelo Alaranjado. Depois de colocar um pouco de branco, chegaremos a um Valor mais próximo.

Mas is
so AINDA não é suficiente. A cor do exemplo é mais "suja", ou mais "neutra" do que nosso Amarelo Alaranjado claro. É necessário "retirar" um pouco de cor. Escolha então, alguma cor que deixe sua tinta laranja mais "terrosa", pois devemos diminuir a intensidade da cor, "tirando" um pouco de sua característica "viva", a cor em nosso exemplo é muito mais neutra, certo? As tintas de cor marrom são geralmente uma boa opção para "sujar" os Matizes puros. Adicione um pouco de Sombra Queimada ou um tom de cinza. Adicione gradualmente o marrom ou o cinza, neutralizando seu Amarelo Alaranjado, até que a cor começe a se parecer com a descrição de "bege" ou "cor de pele". Uma outra maneira de retirar a cor é usar uma cor complementar. No caso do Amarelo Alarajando, podemos usar um Azul Violetado ou Violeta Azulado para neutralizá-lo.


Mistura Final: Próximo ao Chroma do Exemplo

Se voce conseguiu diminuir a intensidade, com adição de cinza, marrom ou uma cor complementar (azul ultramar), perfeito. Se a cor ainda está muito diferente, julgue qual é a maior diferença entre elas? É o Valor (está mais clara ou escura) ou é a Matiz (falta amarelo ou falta vermelho). Se a diferença é o Valor, misture branco para clarear ou cinza para escurecer, se a maior diferença é a Matiz, adicione a cor que julga estar faltando (amarelo ou vermelho). Talvez, mesmo depois desses ajustes, seja necessário outros. Não há problema algum, continue ajustando até encontrar a cor do exemplo.

 Se voce seg
uiu os passos atentamente, terá conseguido chegar numa cor muito parecida com o exemplo, tendo se aproximado de seu Chroma. Isso quer dizer que voce conseguiu chegar próximo a Matiz (Família da Cor) e Luminosidade (Valor) de um Chroma (Saturação) específico.

 3
. Chroma: Saturação ou Intensidade da cor. É o Chroma que nos faz perceber quando o "verde é mais verde", ou o "vermelho é mais vermelho". Quando temos uma cor intensa, "pura", e uma cor apagada e esmaecida, temos um contraste de Chroma.

U
m ponto importantíssimo para a compreensão do Chroma: Ele é relativo quanto ao Valor. Ou seja: para obtermos diferentes Chromas de uma mesma cor inicial, é necessário mudar o Valor dessa cor, ou acrescentar um pouco de outra Matiz, sem alterar a família cromática da cor original. De forma que, a única maneira de mudar o Chroma, é alterando em qualquer grau seu Valor ou modificando levemente sua Matiz.

Q
uando a cor apresenta alto grau cromatico é chamada de cor viva. O Chroma, é a mistura de um Valor (grau de luminosidade) e uma Cor (Matiz). O Matiz e o Valor, quando juntos, formam um Chroma específico. Toda Matiz possui um Valor.

Ve
jamos outros exemplos. Na figura abaixo, temos dois quadrados, ambos com a Matiz verde, mas com Chromas diferentes, pois possuem Valores diferentes. O verde da esquerda possui um Valor, ou luminosidade, diferente do segundo. O primeiro (verde mais claro) tem um valor mais alto, e o segundo (verde escuro), um valor mais baixo.





De modo que, na figura acima, temos uma Matiz, com dois Valores diferentes, resultando em dois Chromas distintos.




Na figura acima, temos um verde com maior adição de azul, são dois Chromas diferentes, mas temos uma só Matiz (pois ambos são verdes), ainda com dois Valores diferentes.




Na figura acima, temos duas Matizes diferentes (Verde e Azul), um mesmo Valor e dois Chromas diferentes.

Com esse simples exercício, entendemos a diferença entre Matiz, Valor e Chroma. E conseguimos aplicar esses conceitos no pensamento de mistura de cores da síntese subtrativa.

BIB
LIOGRAFIA
PEDROSA, Israel. O Universo da Cor. 1º. ed. Rio de Janeiro: Editora Senac Nacional, 2004.
ITTEN, Johannes. The Art of Color. New York, EUA: John Wiley & Sons, Inc, 1976.


30 comentários:

  1. Todas as semanas consulto este blog para interagir com meus trabalhos.
    Fantástico como ajuda nas percepções da busca da cor ideal.

    abr

    dimaz

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  2. Márcio, esse post é muito útil e esclarecedor!
    Você tem uma didática fantástica! Tenho certeza que todos os leitores entenderão!
    Abraço!

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  3. Dimaz, obrigado pelas suas visitas! É um prazer!

    Paulo, obrigado meu amigo! Pra ser sincero, li novamente meu post e já não tenho certeza se descompliquei ou compliquei mais ainda, rsrsrs... Abraço!!!

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  4. marcio, muito legal mesmo este post! e não é nada para iniciante. tem muito marmanjo que precisa de uns puxões de orelha de vez em quando, rs... o início pode ter sido bem fácil mas o tema foi aos poucos se tornando complexo. proponho que num próximo você faça uma comparação da cor em si (como foi feito agora) e da percepção das mudanças cromáticas em relação à sua vizinhança. era algo do qual pensei em tratar lá no forum e ainda não tive coragem prá isso, pois me falta este embasamento teórico que aqui encontramos. parabéns!
    e não nos deixe órfãos lá no fórum, rs...
    paulo de carvalho

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  5. Pois é Paulo! Acho que no fim das contas acabei complicando mais ainda não? rsrsrs... Estou com sérios problemas de tempo, finalmente terminei a restauração da igreja, e agora estou desenvolvendo 4 cursos diferentes para duas escolas, os temas são complexos e tenho lido muito para montar essas grades. Assim que der uma folga, dou um pulo lá! Abração!

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  6. não, não quis dizer que você tenha complicado o assunto. disse que você começou de algo mais simples e de senso comum e o DESENVOLVEU muito bem por isso o julgo de alcanse bastante longo. não se esqueça de minha sugestão de post...
    abraço, paulo.

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  7. Eu havia entendido Paulo! rsrsrsrs... Não esqueço não! Abração!

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  8. Oi Márcio!

    Os iniciantes - como eu - aplaudem e agradecem! rsrsrs tenho dezenas de livros, faço perguntas compulsivamente sempre que tenho oportunidade de conversar com artistas experientes, mas os conhecimentos são sempre fragmentados. Um post como esse, que vai dos conceitos mais "elementares" (para quem os domina! rsrsrs) até o método para se chegar ao chroma desejado, isso é um presente! Fico sempre desesperada quando vejo os professores de pintura de paleta na mão preparando em fração de segundos as misturas exatas: "essa cor? é somente a mistura dessa com essa!" (eu eu tentando decorar....). Fica a impressão e que preciso de um gravador e não de um pincel na hora da aula! rsrsrsrs

    Enfim, aprender é sempre muito mais eficaz do que simplesmente decorar. Muitíssimo obrigada pelo post!

    Abraços

    Luciana

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  9. Luciana, obrigado mais uma vez pelas suas palavras gentis! Sem sombra de dúvida, aprender é melhor que decorar. Poucos alunos são tão aplicados quanto os leitores do Cozinha, decorar é ignorar os fundamentos de mistura. Pode parecer mais fácil e prático, mas é uma perda de tempo. Quem aprende, não esqueçe nunca. Abraço!

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  10. grande Marcio, antes de tudo parabens pelo seu extraordinario conhecimento na area em q atua, és realmente um mestre!!! esse blog é nossa salvaçao rsrsr...
    A teoria das cores é sempre um assunto interessante e fascinante pela sua simplicidade e complexidade ao mesmo tempo...
    dentre essas caracteristicas q definem a cor eu tenho uma certa duvida em relaçao a questao do valor tonal... vc explicou muito bem ao definir como "grau de luminosidade ou brilho da cor"... mas tenho a seguinte duvida: esse grau de luminosidade é definido pela adiçao de branco e preto? no eeplo citato a cor era "clara", entao foi adicionado branco, se fosse escura teria sido adicionado preto? eu pergunto isso pq nao sei se esse conceito de baixar a tonalidade de uma cor, ou seja escurece-la, tem o mesmo fundamento de escurecer uma cor na hora de fazer seu tom de sombra, ja q a maior parte das escolas usam a cor complementar pra isso e nao o preto...
    nao sei se fui claro na pergunta, mas desde ja agradeço... grande abraço!!!!

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  11. Olá Anônimo, obrigado! Não necessariamente se adiciona somente branco o preto para alterar o valor, pode-se adicionar qualquer outra cor. Lembre-se, quando falamos de valor, queremos dizer somente aquilo que concerne luminosidade. Mas o chroma além de estar relacionado com MATIZ, TAMBÉM está relacionado com VALOR. Por exemplo, se tenho o Azul Ultramar, e quero que ele fique claro, posso adicionar Azul Real. Nesse caso, estou mudando VALOR e CHROMA, pois o azul além de mais claro será menos violetado.

    Para neutralizar, é possível sim usar o preto, mas também é possível adicionar cinzas, complementares e cores terrosas. Dependendo da cor que se escolhe para neutralizar, temos maiores mudanças no VALOR e no CHROMA. Abraço!

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  12. marcio, tive uma idéia ( sei que você vai detestar porque vou lhe dar trabalho, mas não custa tentar...).
    que tal se você pusesse exemplos práticos do que foi dito acima (clarear com branco ou não, escurecer com preto, com cinzas ou terras) baseado em fotos de obras de artistas?
    paulo de carvalho

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  13. e marcio, DE NOVO EU, rsrs... me diga uma coisa:
    como você acha que o tiepolo clareava e escurecia suas cores? a mim sempre me parecem cores apasteladas, por isso sempre o imagino usando cinzas de preto nas suas cores puras. o que você acha? já os impressionistas, me parece usavam os contrastes de cores e poucos cinzas de preto e branco. confirma?
    obrigado por sua enooooooooorme paciência!
    não preciso assinar,rs.

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  14. interessante, nunca havia pensado em usar o cinza para escurecer uma cor, vou experimentar. funciona para qualquer cor? qual cinza você recomenda?

    obrigado, e parabéns pelo belissímo trabalho.

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  15. Olá Paulo! Sua idéia é bem interessante sim! Tenho um outro artigo engatilhado, assim que terminar o próximo, verei se consigo postar imagens com sua sugestão!

    Eu imagino que o caso de Tiepolo é possível alcançar esse "efeito" de algumas maneiras, e imagino que usando os cinzas feitos com preto seja uma maneira prática de fazê-lo. Confirma! Abraço!

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  16. Olá Borealis! Obrigado! Não é EXATAMENTE com a função de escurece-la, mas neutralizá-la. Funcionará para qualquer cor, contanto que o efeito que se queira atingir é a diminuição de intensidade.

    Se voce quiser cinzas mais frios, mistura preto com branco, se quiser cinzas mais quentes, pode misturar preto com branco e algumas pinceladas de terras mais quentes. Abraço!

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  17. na pintura academica pode-se adcionar branco às sombras?

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  18. Na época de ouro da pintura acadêmica clássica, não era costume se adicionar branco as sombras. As sombras eram feitas com cores escuras, geralmente "cores de sombras", como o Sombra Queimada, Sombra Natural, Venetian Red, Marrom Van Dyck, muitas vezez com adição de preto, ou nos casos das cores mais escuras, somente a terra pura. Tudo de modo transparente ou semi-opaco, liso e sem textura. Abraço!

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  19. outra duvida q eu tenho é em relaçao a "cor do objeto"... afinal qual area pode ser considerada a cor "base"? a zona intermediaria ou de luz? eu sempre achei q fosse a de luz sem brilho... em fim, e como conseguir isso na pratica?? consegue-se essa cor base q sera clareada e escurecida ou cada zona (sombra, meio tom e luz) sao conseguidas individualmente? nao sei se me fiz entender... rs

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  20. A "área intermediária" ou cor local, é geralmente o meio tom ou a cor predominante do objeto, no caso de uma abordagem de pintura em camada nos moldes da antiguidade (antes do século 17). No caso da pintura alla prima, há diversos tipos de abordagens possíveis.

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  21. Olá amigo Márcio,

    Muito obrigada por todas essas informações, este tópico elucidou muitas coisas para mim. Obrigada por sua determinação e despreendimento em nos repassar seu vasto conhecimento da arte da pintura. Tenho acompanhado este site há pouco tempo, mas observei que vc é muito generoso ao partilhar conhecimento, talvez por isso saiba tanto: no que diz respeito a conhecimento quem divide, multiplica.
    Este assunto abordado muito me ajudou a entender essas coisas básicas, mas que são fundamentais sabermos. Aliás, vc sabe onde posso encontrar material didático para elaboração de um círculo cromático? Até tentei comprar um, mas não é específico para a pintura e sim publicidade, então certas cores são diferentes do estabelecido para a arte.
    Obrigada mais uma vez por sua ajuda, um abraço,

    Luciana Leal

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  22. Olá Luciana! Obrigado pelos elogios e por suas palavras tão gentis. A Casa do Artista comercializa um círculo cromático de cartolina com acabamento brilhante, de forma redonda, muito bem feito. Possui dois ou três tamanhos. Aqui vai o link: http://www.acasadoartista.com.br/produto/detalhes/circulo-cromatico/papel/color-wheel/circulo-cromatico.html

    Um abração e obrigado pela visita!

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  23. Oi Márcio, obrigada por ter me respondido tão prontamente. Verifiquei o link que vc me repassou, mas como eu te disse está indisponível. O círculo cromático é uma ferramenta muito boa para os artistas, mas não entendo por que é tão difícil de encontrar para vender, foi justamente por causa disso que eu estava procurando material para que eu mesma possa fazer. De todo jeito, muito obrigada por ajudar-me e se vc tiver algum tempo e achar conveniente passe mais alguns desses exercícios de cores para fazermos.
    Um grande abraço,

    Luciana Leal

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    1. Luciana, não havia visto que esse circulo estava indisponível. Voce pode imprimir esse, que é bem razoável: http://mettreenvaleur.blogspot.com/2011/02/lesson-3-chromatic-circle.html
      Um abraço!

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  24. Postagem muito esclarecedora, de grande valia. Parabéns!
    Quanto a um livro para iniciantes a óleo utilizar como base de estudo sobre mistura de cores, qual vc indicaria?

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  25. Adorei ler o seu post. Não vou esquecer a Cozinha da Pintura!

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  26. Por que está grafado o tempo todo "cHroma", e não "croma"? Na nova ortografia é "chromático" e não "cromático"?

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  27. Caro Anônimo,

    A esmagadora maioria das publicações sobre cor estão em Inglês. Penso que tornou-se um de meus hábitos lembrar de certos termos nessa língua. De fato, é bem observado. Deverei lembrar nos próximos artigos. Obrigado, grande abraço!

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  28. Tenho acompanhado com bastante interesse todos os ensinos. Acho de grande todas as informações referente a mistura de cores. Brilhante.

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