sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Pigmentos parte I: Antiguidade

Vamos analisar as cores mais usadas nas paletas de alguns períodos importantes dentro da História da Arte. É interessante poder entender a evolução da disponibilidade de cores através do tempo. Antigamente tinhámos um número menor de pigmentos, e nem todos estavam disponíveis em todas as regiões, obrigando os artistas a misturar as cores disponíveis em busca de outras variações tonais.

Um exercício que pode se tornar uma experiência reveladora, é tentar usar uma paleta da antiguidade para executar uma obra. Escolhendo uma matiz de cada: um vermelho, um verde, um azul, algumas cores terrosas, um preto e um branco. O artista se desdobra, assim como na antiguidade, na tentativa de obter cores extras.

É nesse momento que se aprende, por dedudação ou tentantiva e erro, como podemos fazer muito com poucas cores, e até mesmo como algumas cores podem ser "lidas" como outras, dependendo de suas cores adjacentes ou vizinhas. Experimentar as cores usadas na antiguidade e entender como certas combinações podem trazer uma dinâmica de mistura totalmente diferente daquela que usamos, é considerado um exercício muito edificante. As paletas ensinam muito. Os pigmentos apresentados aqui, logicamente não se encontravam em todas as paletas dos artistas antigos. Não apresento-os em ordem cronológica exata, sendo que alguns pigmentos apareceram antes do que outros, mas todos estão dentro do período da antiguidade. Os pigmentos apresentados aqui foram usados num período que compreende o fim da pré-história até o começo da idade média.



Retrato mortuário "Fayum", Romano/Egípcio
Têmpera a ovo sobre madeira. Ano I d.c.

Vale notar que alguns desses pigmentos não estão disponíveis no mercado. Alguns foram substituídos por cores similares, pois foram considerados obsoletos. Note que obsoleto, para a indústria de tintas, pode estar relacionado com a rentabilidade ou viabilidade de um pigmento em escala industrial, ou, realmente, possuiam baixo índice de permanência. Por conta da indisponibilidade dessas cores, indicarei, ao fim de suas descrições, se há ou não um substituto moderno. Há no entanto, algumas ressalvas: nem todos os substitutos modernos são exatamente iguais as cores antigas, principalmente quando tratamos sobre corpo, isto é, transparência, opacidade e outras características de manuseio. Outro fator que o artista necessita saber é que alguns desses pigmentos não estão disponíveis em nossas linhas de tintas nacionais, devendo então, recorrer aos importadores.

De forma alguma isso é um estudo completo sobre todos os pigmentos usados na história. Apresento somente os amplamente usados, compreendendo suma importância para a história da pintura, limitando-me a relatar poucas informações, somente o básico. Alguns dos pigmentos ainda estão sendo pesquisados, pois artigos confiáveis sobre materiais tão antigos são difíceis de se obter, portanto, peço desculpas caso haja algum tipo de informação dúbia no artigo. Ele será revisado, novamente, assim que novas publicações chegarem ao meu alcançe. 


Iremos dividir os períodos entre Antiguidade, Idade Média e Renascença. A modernidade e a contemporaneidade não estavam dentro da temática de minha pesquisa na época em que parte desse artigo foi escrito, ficando então, para um futuro post.


Preto de Carbono
Preto de "Videira"
Preto de Fumo
Preto de Marfim

PBk6 - “Preto de Carbono” (Nero Carbone/Carbon Black)
Existem vários pigmentos que levam carbono, feitos sempre através de queima de algum tipo de material natural, o mais comum, é feito de carvão vegetal selecionado, e considerado o pigmento mais antigo conhecido pelo homem, usado desde a pré-história. O PBk7 – “Preto de Fumo” (Nero di Lampada/Lamp Black) é feito da fuligem proveniente da queima de velas e combustíveis inflamáveis. O PBk8 - “Preto de Videira” (Nero di Vite/Vine Black) é mais uma variação, feito com folhas de parreira, criado na Itália e usado desde antes da idade média. O PBk9 - “Preto de Marfim” (Bone Black/Ivory Black) é feito da queima de ossos carbonizados e recebeu esse nome pelo recorrente uso do marfim para produzi-lo. Tende a ser o mais frio (azulado) de todos os pretos de carbono, pois possui mais fosfato de cálcio. Muito fino e macio, tende a dar a impressão de ter menos poder de cobertura do que outros pretos. 

S
ubstituto moderno: Todos esses pigmentos são muito permanentes e ainda são produzidos, geralmente com o mesmo código de pigmento (PBk6-PBk7-PBk8-PBk9).


Sombra Queimada
Sombra Natural
Terra de Siena Natural
Terra de Siena Queimada


PBr7 – “Sombras” (Ombre/Umbers)
A cor dos vários pigmentos de sombra estão diretamente relacionadas a quantidade de óxidos de manganês e ferro contidas naturalmente nas terras usadas como fonte para sua fatura. Como são basicamente terra com diferentes óxidos, levam somente dois códigos diferentes para diferenciar várias cores distintas, PBr7 ou PBr6. Suas variações são o PBr7 – “Terra de Sombra Queimada” (Terra d´ombra Bruciata/ Burnt Umber), PBr6 - “Terra de Siena” (Terra di Siena Naturale/Raw Sienna) e PBr6 - “Siena Queimada” (Terra di Siena Bruciata, Burnt Sienna) e o PBr6 - “Sombra Natural” (Terra d´ombra Naturale/Raw Umber). Variam muito quanto a transparência, poder de pigmentação e chroma. Constituem as cores terrosas mais importantes da pintura juntamente com os ocres. Todos esses pigmentos são muito permanentes e ainda são produzidos em suas versões naturais.

É importantíssimo notar que as sombras são pigmentos usados na antiguidade em pinturas rupestres, objetos rústicos e peças de artesanato em diversas civilizações, mas que não foram muito usadas durante o período da Idade Média. Por esse motivo, seu uso popular entre os artistas de pinturas murais e na pintura de cavalete só foi catapultado no séc. XV.

Substituto moderno: Alguns fabricantes usam sintéticos para simular os naturais, pois esses são mais caros. Levam geralmente o código PR101, usado para muitas cores diferentes e possuem boa permanência. Procure evitar as sombras que são feitas através da mistura de inúmeros pigmentos sintéticos numa cor só, como exemplo, a “Sombra Natural” feita da mistura de PY42/PY101/PY13/PBk7, pois nesse caso, as características são distantes do original.


Amarelo Ocre 
Vermelho Ocre


PY43 - Amarelo Ocre (Ocra Gialla/Yellow Ochre) 
e Vermelho Ocre (Ocra Rossa/Sinopia/Red Ochre/ Red Bole) 
Produzidos a partir de argilas ricas em óxido de ferro, os ocres variam intensamente em cor, indo geralmente do creme claro, passando pelos amarelos esverdeados até os avermelhados. São também usados como base para a douração de ícones e afrescos religiosos. São os pigmentos mais importantes para a paleta dos retratistas. Pode-se ignorar o uso de pigmentos de sombras, mas o amarelo e o vermelho ocre são cores insubstituíveis numa paleta. Tizziano dizia que para um pintor somente quatro cores eram suficientes: amarelo (ocre), vermelho (ocre), branco e preto. O Ocre Vermelho era também chamado de Sinopia, pois a fonte do pigmento era originário da cidade com mesmo nome. Os gregos e romanos monopolizaram a cidade para controlar a qualidade do pigmento. Para protegê-lo de adulteração, era vendido em caixas lacradas com selos, chamadas de "Sinopia Selada". 

Substituto moderno: O ocre sintético é mais barato do que o natural e também tem excelente permanência. Alguns pintores preferem os sintéticos do que os naturais, por questões referentes a cor e a forma como se comportam no pincel. Os sintéticos levam o código PY42 e alguns fabricantes usam a mistura de ambos (PY42-PY43). Não é incomum encontrar pigmento branco (PW6) misturado ao ocre sintético. Todas as variações são excelentes, sendo o critério de escolha puramente pessoal.




Bianco San Giovanni


Código desconhecido – “Branco São Giovanni” ou
“Branco de Calcio” (Bianco San Giovanni/ Lime White)
Um branco a base de calcite, muito transparente, que era aglomerado em blocos prensados de pigmento, mistura de hidróxido de cálcio com carbonato de cálcio, comumente usado em afrescos. Amplamente usado pelos romanos, é provavelmente o primeiro pigmento branco da história da pintura artística.

S
ubstituto moderno: O PW4 – “Branco de Zinco” (Bianco di Zinco/Zinc White) é o único possível substituto natural por suas características de corpo, no entanto, pesquisas recentes apontam para certos riscos ao seu uso. Apesar do corpo ser mais opaco, prefira o uso do PW6 – “Branco de Titâneo” (Bianco di Titanio/Titanium White).




Realgar
Orpiment


PY39 – “Realgar” ou “Orpiment” (Orpimento/Realgar)
Cores muito usadas durante a Idade Média, registros apontam civilizações anteriores que já usavam-os, como os gregos e romanos. Pigmentos naturais que variam de amarelos quentes (Orpiment), diferentes tons de laranja e até vermelhos de baixo chroma (Realgar). Ambos são pigmentos de baixa permanência, estudos investigam sua possível incompatibilidade com pigmentos a base de chumbo e verdigris. Usados como guache, aquarela e óleo.

S
ubstituto moderno: A cor que pode chegar mais próximo do Realgar é o PY40 – “Aureolin”. No entanto, essa cor tem índice II de permanência. Prefira os cádmios amarelos escuros, como o PY65, talvez seja necessário ajustes com toques de vermelho ou amarelo ocre.


Malaquita


Código desconhecido - "Malaquita" (Malachite/Malachite)
Verde feito de carbonato de cobre básico. Usado em várias civilizações da antiguidade mas extremamente popular na Idade Média, é um verde geralmente claro, podendo haver tons mais escuros, com diferentes variações de temperatura. Similar em sua composição química ao Azurite, sua versão azulada. Algumas fontes citam sua incompatibilidade com pigmentos que contenham sulfeto, como o Orpiment, Realgar e o “Vermelhão”.

S
ubstituto moderno: Consulte lista de cores de várias marcas e procure alguma cor similar a Malaquita feita com PG36, ftalocianina, lembre-se que as variações do PG36 são consideráveis.


Azurite


PB30 – “Azurite” (Azurro/Azurite)
Versão azulada da Malaquita. O Azurite varia entre tons profundos ou mais claros de azul, com um toque esverdeado. Costuma escurecer quando exposto a gases sulfúricos. Alguns estudos concluem que não sofre alteração pela luz, e tendem a descolorir quando aplicados em camadas grossas e texturizadas. Substância tóxica moderada.

S
ubstituto moderno: Consulte lista de cores de várias marcas, procure por cores similares ao Azurite contendo variações de azul ftalocianina. Algumas variações do PB28 - "Azul Cobalto" (Blu Cobalto/Cobalt Blue) podem oferecer cores similares, talvez necessitando de leves ajustes com um pouco de amarelo.


Indigo


PB66 - Indigo (Indigo)
Azul extraído da planta Isatis tinctoria, usado em pinturas murais e outras finalidades artísticas. Pigmento não permanente.

S
ubstituto moderno: PB28 – “Azul Cobalto” (Blu Cobalto/Cobalt Blue). Algumas variações podem ser menos ou mais intensas do que o Indigo, consulte as tabelas de cores de diferentes marcas para comparação.


Vermelho de Chumbo


PR103 – “Vermelho de Chumbo” (Rosso di Piombo/Red Lead)
Composto de litargírio, que varia entre um vermelho intenso e um vermelho alaranjado. Compreende material tóxico. Cor fugitiva, desbota naturalmente. Existem outras cores, todas feitas com processos variantes do Vermelho de Chumbo que diferem em seus compostos químicos, mas apresentam cores e comportamentos muito similares. Extensivamente usado em iluminuras e em afrescos.

S
ubstituto moderno: PR21 – Vermelho de Cádmio Claro (Rosso di Cadmio Chiaro/Cadmium Red Light) ou qualquer outro cádmio vermelho que seja mais alaranjado.


Terra Verte


PG23 - Terra Verte (Terra Verde/Green Earth)
O pigmento original é feito de barro conhecido como glauconite ou celadonite, mas também pode ser produzido com uma infinidade de outras substâncias minerais. Por esse motivo, as cores variam imensamente, entre verdes terrosos escuros até verdes mais claros, não muito intensos. Amplamente usado em várias civilizações. Baixa cobertura, muito transparente.

S
ubstituto moderno: O pigmento ainda é encontrado em sua forma original (PG23), mas é importante verificar todas as marcas disponíveis, devido a grande diferença de chroma. Evite as variações feitas com inúmeros pigmentos misturados, prefira versões com o pigmento original ou com menor quantidade de mistura.


Verdigris


Código Inexistente – Verdigris (Resinato di Rame/Verdigris)
Acreditava-se que o resinato de cobre surgia ao dissolver sais de cobre em Terebentina de Veneza e outros vernizes, originando o Verdigris. Recentes pesquisas apontam que a tinta talvez não seja resinato de cobre, mas sim outro sub-produto originário de um procedimento ainda em estudo. Teófilos e Plínio chegaram a escrever sobre o pigmento na grácia antiga, e mais tarde, Cennini e muitos outros escritores. Segundo Merrifield, o nome Verdigris tem origem no termo "Vert-de-Grece", ou "Verde da Grécia". Existem rumores de que o medium de Velásquez era cozido em Verdigris, resultando num óleo verde muito secativo, mas nada foi de fato constatado. Apesar de ser um pigmento permamente, compostos sulfúricos presentes no ar podem escurecer o pigmento. Alguns tipos de Verdigris podem sofrer reação quando misturados a outros pigmentos, obrigando os artistas a isolá-lo com algumas demãos de verniz. Amplamente usado no séc. XV como um dos verdes mais importantes.

S
ubstituto moderno: O pigmento que chega mais próximo a cor de jade do Verdigris é o PG18 – “Verde Veronese” (Verde Veronese/Viridian), ou outro PG18 – Verde Esmeralda (Verde Smeraldo/Emerald Green). Fabricantes nacionais costumam usar o PG7 para essas cores, um pigmento de ftalocianina menos sutíl do que o Viridian original (PG18).


Branco de Chumbo


PW1 – “Branco de Chumbo” (Bianco di Piombo/Lead White)
O branco mais usado na história da pintura é ainda o favorito de muitos pintores profissionais. Excelente poder de cobertura e quando usado em finas camadas é muito transparente e considerado o branco de tonalidade mais “quente” de todos. Comporta-se de maneira muito característica, esticando em longos fios, formando efeitos de textura. Por ser baseado em carbonato de chumbo, compreende material venenoso e cancerígeno.

S
ubstituto moderno: Não há substituto moderno para o Branco de Chumbo. Nenhum material atóxico consegue ter as mesmas características de corpo, transparência, cobertura e tonalidade. Artistas usam mediums para modificar o PW6 – “Branco de Titâneo” (Bianco di Titanio/Titanium White), mas os resultados são sempre pálidas imitações, a começar pela diferença de temperatura, e sobretudo, de corpo. Pigmento não comercializado pelas empresas nacionais, é preciso importá-lo. 

PRÓXIMO POST:
Pigmentos Parte II: Idade Média



BIBLIOG
RAFIA

LAURIE; A.P.; The Painter´s Method´s and Materials; Dover; 1967. 
THOMPSON, Daniel V. The Materials and Techniques of Medieval Painting; Dover; New York.
MAYER; Ralph; Manual do Artista; Martins Fontes; 1950; 1957 e 1970.
DOERNER; Max; The Materials of the Artist and Their Use in Painting; 1921.

Fonte de Imagens: Dick Blick

11 comentários:

  1. Hoje recebi um e-mail que significou muito para mim. Um desses momentos que nos fazem sentir com mais intensidade que, por mais difícil que tudo seja, vale a pena perseguir certos sonhos. O Blog recebeu um elogio de ninguem menos do que Caetano Ferrari. Mais informações sobre sua importância no mercado brasileiro de materiais artísticos: http://www.pintar.com.br/encontro-caetano/caetano2.swf

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  2. Prezado,

    É com imenso prazer que passo por este blog e certamente voltarei. Li todas as postagens!
    Sou autodidata e por vários motivos ainda não pude estudar belas-artes, desde então "divago" pela internet em busca de conhecimento. É ótimo poder achar conteúdo de qualidade em português e com excelentes explanações. Também possuo um blog e certamente citarei seus posts, com devidos créditos é claro. Abraços virtuais. Ralf
    http://desarte.com.br

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  3. Obrigado pela visita Ralf! Fico contente que tenha encontrado interesse nos posts! Seja bem vindo!

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  4. Não conhecia o Caetano Ferrari, (Santa ignorância!) mas pelo que pude notar é uma referencia no assunto! Nada melhor do que trabalhar no que gosta não?! E imagino que este post tenha dado um trabalhão!rs To quase jogando o Meu Manual do Artista pela janela!...rs
    E que venha a idade média!

    Abç,
    Leonardo

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  5. Uma pena os fabricantes brasileiros não produzirem o branco de chumbo, meus artista preferidos o usam, tenho curiosidade de usa-lo, mas não me arriscaria a faze-lo no ateliê!

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  6. Uma curiosidade, a corfix não descreve o tipo de preto que compoe a sua paleta, é simplesmente preto!...sei que não é o preto de marfim por este ser opaco e o da corfix é um pouco transparente...

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  7. Ferrari é responsável pela vinda de várias marcas de materiais importados ao Brasil, uma delas, a Winsor & Newton, prestou consultoria para as nossas maiores empresas de materiais artísticos. Estamos falando de anos de experiência. Sem sombra de dúvida, nada como trabalhar com o que se gosta!

    Leo, o Branco de Chumbo é um dos pigmentos de maior personalidade que já experimentei. Não há como substituí-lo. É realmente uma pena. Produzi algumas gramas de carbonato de chumbo em meu ateliê, seguindo o método holandês, chamado "stack method". É trabalhoso, mas fabuloso. A loja Pintar! oferece agora, a linha de tintas Georgian, da Daler-Rowney (consultoria de Caetano Ferrari!). Uma das cores disponíveis é o "Flake White", um nome que se dá a um tipo específico de processamento de Branco de Chumbo. É basicamente a mesma tinta, feita por um processo levemente diferente. No site deles não há código de pigmento. Se o Flake White da Georgian for código PW1, pode encomendar! Desconfio que a resposta seja afirmativa, pois os "substitutos" de pigmentos naturais geralmente levam a terminação "hue", ao fim do nome. ex. "Flake White Hue", que não é o caso.

    A corfix disponibiliza dois pretos. "Preto - 65", código PBk7 e "Preto de Marte - 121" código PBk11. O primeiro é um derivado de carbono genérico, esse código é usado em uma série de pretos diferentes, mas o da Corfix se comporta como um preto semi-transparente de tom azulado, é provavelmente um "Lamp Black" feito em fornalhas de óleo. O segundo é um óxido de ferro sintético na cor preta, que gera um preto mais claro que o outro, bem acinzentado, semi-transparente e um pouco mais neutro. A Corfix deveria disponiblizar um terceiro preto mais quente e totalmente transparente.

    PS: Não jogue o Mayer pela janela! Ele pode matar alguem!

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  8. DELCINHA.C@HOTMAIL.COM13 de março de 2011 18:53

    OLA! QUE DEUS ABEMÇOE GRANDEMENTE SUAS MAOS E QUE VOCE CONTINUE DIVIDINDO O SEU CONHECIMENTO , POIS ISSO E UMA VIRTUDE MUITO GDE . ABRAÇO DELCIA

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  9. Obrigado Délcia! Agradeço sua visita e seu elogio!
    Abraço!

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  10. Olá Marcio! Incrível o blog!!! Parabéns pela iniciativa! Também sou pintor. Este ano me formei no bacharelado de pintura pela ECA/USP. Me interesso muito pelas questões técnicas da pintura. Atualmente, apresento uma exposição no Centro Cultural São Paulo. Se puder, visite a exposição.
    Fiquei muito contente de conhecer seu blog! Se possível, gostaria de conhecer seu ateliê algum dia e trocar umas figurinhas!
    Meu contato é: www.andrericardo10.blogspot.com
    EMAIL: andrericardo10@hotmail.com
    Galeria: www.galeriapilar.com
    Grande abraço,
    André

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  11. Olá André, obrigado por ter escrito! Parabéns pela exposição! Está convidado para nos visitar! Grande abraço!

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